segunda-feira, 12 de julho de 2010

Nasceu o primeiro bebê no banheiro das professoras de jornalismo da UFSC

Na última sexta-feira (9), às 21h40min, no apagar das luzes do Curso de Jornalismo da UFSC, o porteiro do Centro de Comunicação e Expressão, Agenilton Ton Ton, ouviu um choro de bebê no banheiro feminino reservado às professoras e não teve dúvidas, saiu correndo a trancar portas e portões para se refugiar em seu lar, localizado na Costeira, em Florianópolis. “Quero ver o homem que entra naquele lugar. Se dizem ser mal assombrado, porque eu, pobre porteiro avaiano temente ao Senhor, iria invadir aquilo lá pra confirmar se era mesmo um bebê?”, justificou-se à Polícia Federal.

Pois o som que correu com o servidor público era mesmo choro de bebê. Na segunda-feira (12), no abrir das portas do referido curso, a responsável pelo turno, Maria dos Passos, encontrou uma menina de 1,4 kg, sem cabelo algum, com um rostinho de joelho, olhos de cor indefinida, envolvida por uma manta verde de camurça, óunnn.

Perguntada sobre como era o interior do ambiente onde a criança foi encontrada, dona Maria desconversou. “Uma criança linda destas e vocês preocupados em saber como é lá dentro. Vão arrumar alguma coisa pra fazer”.

O papiloscopista Basílio Queiroga e o perito criminal Souza Luís, da Polícia Federal, compareceram ao local por volta das 16 horas, colheram depoimentos, comeram três saltenhas de carne com requeijão do Laranjá cada e acionaram a investigação. “Fomos orientados a não entrar naquela peça. Teremos que esperar a investigadora Sílvia Nunes, que dará sequência aos trabalhos”, informou Queiroga. “É muito boa esta saltenha!”, acrescentou o perito, olhando a bunda de uma estudante de Letras que passava no local.

Após duas horas trancada no cômodo, Nunes saiu com uma expressão interrogativa, comum de seu ofício, para divulgar, em entrevista coletiva realizada no banco de madeira em frente, que nada é conclusivo. “Parece que a criança nasceu ali mesmo, na tarde de sexta-feira, foi amamentada e abandonada em seguida. Mas vamos fazer mais análises das provas encontradas, cruzar dados, checar as imagens do corredor, já disponibilizadas pelo servidor Eduardo Mangueira (sic), e um resultado deve sair em menos de um mês”, adiantou.

A recém-nascida passa bem e está agora internada em uma incubadora do Hospital Universitário, a receber cuidados e mimos de todos os funcionários apresentados a ela, que mal entende o que se passa dentro daquela caixa transparente cheia de cheiros e tubos.

Até a publicação desta não vimos bunda como aquela da estudante de Letras.

5 comentários:

Verônica Lemus disse...

mensagem que apreendi do texto: preciso provar essa saltenha.

Marcone Tavella disse...

É que tu não viu a bunda

Mariana Porto disse...

Vê agora joga no time dos meninos?
|:-O

Metal e Mau-humor! disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Thomas Michel disse...

Bebê prematuro esse aí heim!