![]() |
| Berlusconi utilizará a tática bunga-bunga para curtir o carnaval |
Em solidariedade ao jornalismo, este blog vai morrer. Aproveite enquanto há tempo.
![]() |
| Berlusconi utilizará a tática bunga-bunga para curtir o carnaval |
![]() |
| "Fora o Bigode! Fora o Danado! Desoccupy, a moita do Senado" |
![]() |
| Zezé e Luciano ensaiando antes do show em Curitiba |
![]() |
| "Nesse jogo, Burlando, você entra só no Terceiro Tempo" |
![]() |
| Campanha vistual do MT para cadastro de Pessoa Cítrica |
O livro já é um dos mais
aguardados na booklist do NYT. Steve Jobs, que morreu no início deste mês,
teve uma homenagem póstuma anunciada esta semana pela Editora Vida: todos os adoradores do ícone poderão agora conhecer um álbum
de fotos impresso do corpo de Steve. Antes que isso pareça mórbito, a editora esclarece
que pretende seguir o sucesso desencadeado pelo livro “A cabeça de Steve Jobs”.
![]() |
| À dir: Sarney dita as regras para os anões fora de prática |
Porque os profetas ditam as parábolas, mas os sábios as profetizam.
"Pedi 1000 litros desse achocolatado... dizem que é muito bom, né?"
Justin Bieber exigindo Toddynho para seu camarim nesta turnê brasileira, sem saber que, dias antes, a vigilância de Saúde do RS constatou que o líquido havia um ph similar ao da soda cáustica.
Os fãs do Metallica, que ainda estavam no Rio de Janeiro, bradaram a escolha.
"Sabe como é, devagar, devagarinho"
Martinho da Vila sorrindo, como sempre, ao comentar sobre as previsões de inauguração dos estádios da Copa em 2014.
"Yo soy Real, mas assino como Santos no Brasil"
Neymar carimbando passaporte na Espanha.
"Eu já sabia"
Professor aposentado pela UFSC, que há anos não frequenta o espaço universitário, sobre a descoberta da expansão acelerada do Universo que levou o prêmio Nobel de Física 2011.
"Nunca irei alcançar meu ídolo Charlie Sheen"
Rafinha Bastos, após publicar esta imagem em seu twitter, complementando que "foi uma noite muito triste" depois de ser afastado pelo programa CQC.
"Depois da Wanessa e o bebê, agora voltarei a comer as gordinhas. É um investimento a longo prazo"
Rafinha Bastos sobre a liberação pela Anvisa da substância sibutramina, anunciada hoje, o que deixará as gordinhas mais amigas do espelho e de Rafinha.
Nesta sexta-feira,30, os trabalhadores do cemitério do Itacorubi e de São Cristóvão, em Coqueiros, resolveram largar a pá da cova para reivindicar melhores condições de trabalho, assim como os bancários e os carteiros. Acontece que a quantidade de mortos nesse ano superou a capacidade de armazenamento dos jazigos em Florianópolis. Só no mês de agosto, a proporção se manteve de 8 mortos para um túmulo. Com isso, os próprios coveiros foram intimados pela Prefeitura a fornecer parte de seus quintais para enterrar os presuntos. 
Ao final da entrevista para a repórter Dani Monteiro do Multishow neste fim de semana, Christiane Torloni resolveu lembrar um gesto que marcou a todos que viram a coisa mais estranha da face da terra na edição de 2001: os peitos da Cássia Eller.
Com a frase “Eu sou rock ‘n rolla, baby”, a atriz cinquentona terminou o depoimento para a Dani na área VIP e puxou a blusa para cima, mostrando que pode ressuscitar a falecida Eller só com um gesto e silicones.
Tudo começou com o open bar do camarote. Torloni já tinha Torlado boa parte do cardápio de bebidas, sobrando para os organizadores do local recorrerem a um plano B. “O que vamos fazer” – perguntaram-se, aflitos, os barmens do camarote sem saber onde arranjar mais bebida para o pau-d’água e furacão Torloni. A resposta veio rápido.
“Estávamos limpando a cozinha, quando, de repente, um maluco correndo arrancou da minha mão o álcool que eu usava para tirar a sujeira da chapa de hamburguer” – conta o chef de cozinha do Bob’s, boliviano, que foi contratado para fazer um trabalho escravo durante os dois fins de semana do evento. Então, o que parecia uma solução de emergência, acabou em uma cuba libre especial para Torloni que glorificou, mais uma vez, o jeito Cássia Eller de terminar um Multishow.
VATICANO - Eu sei que estou atrasado, mas vamos lá. Fui o último convocado pela seleção, um pouco fora de forma, treinando em campo de várzea abaixo do nível esperado para um empreendimento como este. No entanto, desde que entrei para o time, tenho aprendido com meus colegas a produzir risadas (mesmo que não sejam muitas).
Fazer humor é difícil. Periodicamente, então, corre-se o sério risco de recontar piadas do Ary Toledo ao invés de sacar uma nova pilhéria. Desgraça que por vezes caímos sem perceber – livrai-nos desse mal, amém. Mas nada como levar a sério o que as pessoas tendem a acreditar como uma brincadeira despretensiosa. Mesmo que isso não dê em nada. Parece que a graça está em surpreender e inverter a ordem mais ou menos estabelecida. E para isso precisa-se de trabalho e um pouco de cerveja.
Essa história de subverter não é invenção nossa, infelizmente. Existe até na religião católica. Sem brincadeira nenhuma, me falaram que há um santo para os humoristas: o São Genésio. Já ouviu falar? Nem eu. No mínimo a imagem deve segurar uma caneca de chopp na mão e expandir um sorriso malicioso de quem olha um fio dental feminino na praia pelos óculos escuros. Não à toa, o maldito deve ter uma visão privilegiada lá de cima. Rezai e vigiai.
LARANJAS é como um Genésio dos santos, um em um milhão de veículos. Têm poucos devotos, mas os que oram pela gente são valorizados. Com quatro anos de existência, dois milagres concretizados e três freiras apaixonadas (número em ascensão desde a alta no último pregão na bolsa), o blog já pode ser beatificado pelo Papa. O que não seria de todo o mal, afinal, iríamos de graça até Roma e de quebra, com a grana da beatificação, poderíamos fazer umas compras. Vida longa à santíssima laranjada!
Este é um momento muito sério. Vivemos em uma época cuja convergência de mídias aponta uma revolução tecnológica e profissional, porém, o que parece mais desgastante para quem faz um curso de Jornalismo na UFSC atualmente é que certas tradições ficaram engavetadas, como deveriam ficar as pautas sobre cabras domésticas que são exibidas em telejornais de grande audiência . O passado está sendo renegado.
Para quem não está entendendo o tom melancólico desta mensagem, convido-lhes a viajar no túnel do tempo. Na mesa de discussão sobre os rumos de um foca, ontem, na 10ª Semana de Jornalismo na UFSC, o jornalista Marques Casara relatou sobre o que mais gostava da época em que era estudante da baiúca. Sem titubear, revelou que era o usufruto da “praça vermelha”. Um espaço estudantil e organizado, institucionalmente patrocinado, onde as ideias inovadoras eram discutidas e... na verdade, conclamou, era um local basicamente para a livre iniciativa de sexo, drogas e Rock'n Roll. O Éden na terra, bem mais Paraíso que a estação metroviária de São Paulo.
Mas como o propósito tinha uma função edificante, filosoficamente falando, e contando a quantidade cada vez mais desesperadora de desistências no curso depois do Golpe que fechou o espaço, estamos promovendo um abaixo assinado para o retorno da “praça vermelha”. O centro político e religioso do nosso curso. O Kremlin só de nome, sem russos, comunistas ou desfiles militares. É a materialização dos prazeres da vida pelos estudantes de jornalismo que, precisando encarnar baixos salários e uma rotina massacrante de trabalho, aproveitavam o espaço para dessacralizar as pressões do cotidiano.
O sonho de uma revolução está de volta. Esta mensagem panfletária tem somente um propósito: conclamar as massas a lutarem por uma ideia que ficou renegada às traças vociferantes da censura no passado e que nunca mais reviveu a liberdade surubística estudantil. A briga pelo retorno desta sétima maravilha do mundo é uma reivindicação social, antes de tudo, legítima de respeito aos colegas que vivenciaram esta época de muita festa.
Os próximos dez dias que virão, caso a lista complete um abaixo assinado de dez nomes, podem abalar o mundo (e o curso de jornalismo). Depende somente de você.
Abaixo um vídeo comparando esta época com o que virou atualmente o espaço sepulcral e bacanístico do curso. Para quem não viu, um convite à história:
A 10ª Semana de Jornalismo na UFSC está oferecendo novas opções para quem já cansou dos minicursos disponíveis. A ideia é que as alternativas promovam um ensino baseado nas necessidades da profissão – o que até o momento não ocorre, pois há uma quantidade razoável de alunos lendo jornais murais expostos no corredor do curso enquanto ocorrem as aulas.
A primeira proposta é para situações de extrema privação no jornalismo. O minicurso de “Produção de café extra-forte em meias soquetes” ajuda os alunos a confeccionarem café de qualidade em condições desfavoráveis, como no caso de correspondência de guerra. Neste mesmo parâmetro, visando preparar o foca a um ambiente insalubre e selvagem, o “Como lidar com o desemprego após a formatura” já está com dez páginas de lista de espera.
Uma das grandes inovações neste ano é a criação do “psicografia jornalística”. Pai-de-santo que o diga! Sempre houve a discussão no campo ético se o jornalista é ou não o gatekeeper das informações. No entanto, agora é a oportunidade de provar que ele pode ser o médium. Isso mesmo! O minicurso irá ensinar técnicas de entrevista com espíritos e transmissão de informações via teléus ou infernex (a rede de comunicação do céu ou inferno - depende para que lado você trabalha).
Além disso, a convite da equipe de organização, o pneumologista Carlos Tabaco Soares ministrará o curso que debate os destinos dos pulmões da profissão: “como diminuir a dependência ao cigarro”. Segundo pesquisa do centro de estudos da nicotina em Michigan, de cada dez jornalistas atuando na grande imprensa, cinco fumam quatro carteiras de cigarro por dia, três já perderam o pulmão esquerdo e dois infelizmente já não estão mais aqui para dar entrevista.
Em paralelo ocorrerá a mesa redonda pela internet de “Como conquistar mulheres nas redes sociais”. As cantadas que estão na moda, os novos approaches virtuais e a paudurescência em 140 caracteres serão tema para duas horas de discussão sem intervalo – porque toda logística de uma mesa redonda é para que sejam suficientemente longas a ponto de tornarem-se chatas.
A nova produção do diretor Terrence Malick gerou uma onda de protestos e mortes nos cinemas brasileiros desde a estréia em 12 de agosto. Só neste último fim de semana, foram 150 pessoas mortas e 85 gravemente feridas pelo longa-metragem no Iguatemi de Florianópolis. O Centro de Estudos de Prevenção a Doenças Cinematográficas (CEPDC) aponta que o principal motivo para a chacina é o tédio – submetido a doses acima do limite permitido pela ANCINE.
“O problema está na duração do filme. Se fosse um curta, causaria somente uma corrosão lobular no cérebro dos espectadores, muito recorrente quando se vê experimentais russos. Mas a contínua exposição sem sentido de imagens da natureza destrói o lado dito “racional” de sinapse entre os neurônios” – explica Terry Brendan Mac Onha, especialista em análise de saúde mental pós-traumática da 7ª arte no CEPDC.
O sobrevivente Carlos Castanha, estudante de filosofia na UFSC, disse que a única coisa que não entendeu foi o fato de o filme só ter 138 minutos. “Ah cara, quando eu comecei a entrar em transe, acabou. Achei uma puta conexão entre aquelas cachoeiras, dinossauros e o Brad Pitt, entende?”. Castanha conta que viu corpos sendo carregados durante a sessão e, quando indagado sobre como escapou ileso do tédio, simplesmente acendeu um cigarro cuja procedência era incerta.
De acordo com o atendente da bilheteria, que não quis se identificar, a onda de gritos a certo ponto do filme foi ensurdecedora. “Pensei que viesse da sala do Super 8, aquele thriller produzido pelo Spielberg. Mas logo entendi que é mais fácil morrer de tédio do que levar susto com Spielberg”.
O Centro de Pesquisa Arqueológica No Oriente (C.P.A.N.O), em parceria com a Sociedade Universitária Jovem do Oriente (S.U.J.O), divulgou nesta terça-feira, 26, o resultado do exame coloral 14 no santo sudário. O teste aponta a cor do famoso manto que cobriu Jesus após a morte: é laranja – apesar de um pouco desbotado.
A assessoria do Vaticano mandou nota repudiando o estudo, porque segundo o evangelho de Mateus, capítulo 1, versículo 19: “alvo e branco, como todos os panos lavados com Q’Boa, o manto cobre o corpo e alma de Jesus”. Porém, a própria citação se contradiz no capítulo seguinte, onde há fortes indícios de que Judas lavou o pano com um sabão em pó vagabundo, o que teria deixado a cor alaranjada.
Para desmistificar o problema, arqueólogos da C.P.A.N.O e pesquisadores da S.U.J.O submeteram o santo sudário ao coloral 14, que consiste dar catorze esfregadas no manto com sabão de coco em um tanque. “Foram dois milênios de sujeira acumulada. Não tinha como saber de que cor era realmente. Nada que uma boa lavada à mão para tirar a craca. E de fato, o pano é laranja. Isso será uma revolução cultural para os cristãos que cresceram acreditando que o branco seria uma cor divina” – revela o pesquisador da S.U.J.O Robert Gandalf, o Laranja.